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sexta-feira, 21 de março de 2014

Crueldade Nazi



Os Nazistas não colocavam as mãos nos mortos, até para isso eles usavam os próprios prisioneiros. Essas pessoas, que tinham que arrancar os dentes de ouro dos falecidos, tirar roupas e preparar os corpos, eram chamados de Sonderkommando. E como sabiam muito dos acontecimentos no campo de concentração, eles eram mortos de tempo em tempo, sendo substituídos por outros prisioneiros, que tinham como primeira tarefa se livrar do corpo de quem estava naquela posição antes...


(Cadáveres em Bergen-Belsen)

...apesar de serem repugnantes, eram competentes. Eles construíram um dos sistemas mais eficientes de transporte do mundo, levando judeus de um campo para o outro, separando famílias e conhecidos para evitar problemas. Só que eles não se preocupavam com segurança ou algo assim, as pessoas eram jogadas dentro dos trens e esquecidas. Tanto que uma vez, após uma viagem de 18 dias, todos os transportados foram encontrados mortos, mais de 200 corpos dentro de um vagão que mal comportava 50. Transportavam humanos como se fossem animais.



Sabão Humano
Segundo relato de pessoas que ficaram em campos de concentração, os Nazistas faziam sabão com a gordura dos mortos, para serem usados pelos prisioneiros vivos.


Torturas
Para aumentar o sofrimento, os Nazistas gostavam de deixar os judeus presos em grandes salões e simplesmente ficavam esperando até que todos morressem de fome. Além disso, eles usavam salas escuras e totalmente seladas, onde colocavam os prisioneiros e os deixavam morrer de asfixia.





Em relação á alimentação...
...os Nazistas não se preocupavam em alimentar decentemente os judeus, por isso muitas vezes eles tinham que brigar pela comida. Normalmente os prisioneiros recebiam apenas pães com cinzas e bosta de cavalo, queijo velho e coisas piores. Por vezes eles acabavam comendo um ao outro, ou mesmo pegando coisas estragadas do lixo.




Experimentações

Um dos experimentos Nazista mais macabros foi realizado com 90 prisioneiros, que eram obrigados a beber apenas água do mar. Obviamente eles sofreram uma desidratação severa. Conta-se que eles lambiam o chão onde havia chovido, apenas para tentar sorver uma gota de água.
Muitos documentos das maldades Nazistas foram perdidos, mas sabe-se que eles mergulhavam pessoas em água gelada para entender melhor a hipotermia, injectavam tinta nos olhos dos prisioneiros e venenos em suas veias (apenas para ver se eram bons), produtos químicos eram enfiados goela a abaixo dos judeus, operações eram feitas sem anestesia e todo tipo de atrocidade.





...



sexta-feira, 14 de março de 2014

Alemães e os Campos de Concentração

O Império Alemão
 Em resposta a uma revolta dos Namaquas e hererós na colônia do Sudoeste Africano Alemão, atual Namíbia, as autoridades alemãs criaram campos de concentração para confinar os rebeldes. O combate aos rebeldes e as condições dos campos causaram um número de mortos tão grande, que este é tido como o primeiro genocídio do século XX. O Genocídio dos Hererós e Namaquas estendeu-se de 1904 a 1907.
 (Homem Recusa saudação a Hitler)


Nazis 



Sob o nazismo, os campos de concentração foram usados como parte de uma estratégia de dominação de grupos étnicos e dissidentes políticos. Diferentes grupos étnicos (judeus, ciganos, polacos, sintis, yeniches), políticos (anarquistas, comunistas), homossexuais e minorias religiosas (Testemunhas de Jeová) foram objecto de tratamento desumano e de extermínio.
Estima-se que grande parte dos judeus desaparecidos durante a Segunda Guerra Mundial tenha perecido nos campos. Embora outros países tenham construído campos de concentração com a finalidade de isolar populações de determinadas etnias, não há nada comparável, em escala, aos campos nazistas. Desde 1933, quando os primeiros grandes campos de concentração foram construídos em Boyermoor e Dachau, oito milhões de pessoas perderam seus nomes, ganharam números, foram escravizadas ou transformadas em cobaias. Muitas delas morreram vitimadas por doenças, como tifo e cólera, enquanto outras eram enviadas aos campos de extermínio para serem eliminadas em câmaras de gás.


(Camara de Gás de Auschwitz)

(Camara de Gás reconstruida em Munique)

(Campo de concentração na actualidade)

quarta-feira, 12 de março de 2014

História Nazi



Os campos de concentração são utilizados para a detenção de civis ou militares, geralmente em tempos de guerra. Não integram os sistemas penitenciários, onde são detidas pessoas condenadas por infringir a legislação de um país. São quase sempre instalações provisórias, com capacidade para abrigar grande quantidade de pessoas, normalmente prisioneiros de guerra, que, no melhor dos casos, podem vir a servir como moeda de troca com o inimigo, ou permanecer presas até a resolução do conflito. No terreno são dispostos, organizadamente, barracões para dormitórios, refeitórios, escritórios e finalidades complementares.
Em tese, esses centros de confinamento devem obedecer às regras das convenções internacionais, bem como submeter-se à fiscalização de organizações internacionais de defesa de direitos humanos. No entanto, historicamente há inúmeros registos de exploração de mão-de-obra em regime de escravidão, bem como tortura e extermínio para presos políticos, prisioneiros de guerra e membros de grupos sétnicos. Estes atos costumam ser motivados por ideologias, políticas totalitárias e funções militares.
O uso de campos de concentração foi amplamente disseminado na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial, na extinta União Soviética, durante a era Estalinista, e actualmente na Coreia do Norte. A prática de matanças sistemáticas de prisioneiros em alguns desses campos, fez com que, em linguagem corrente, os campos de concentração fossem assimilados aos campos de extermínio, que de fato constituem um subtipo anómalo.
O tratamento dado a prisioneiros de guerra, tanto civis quanto militares, nos campos de concentração em tempo de guerra é regulado pela Terceira e Quarta Convenções de Genebra, de 12 de Agosto de 1949.
Há diversos registos do uso de instalações desse tipo para confinamento de dissidentes políticos por regimes ditatoriais, ou ainda como solução extrema para deter fluxos migratórios. Em alguns casos trata-se de dependências oficialmente inexistentes, sem qualquer vinculação com a norma jurídica e portanto não submetidas ao controle internacional, como no caso de Guantánamo, em Cuba.

E ao contrário do que as pessoas pensam os campos de concentração não foram criados pelos Nazis...






(Casas de banho no campo de concentração de Dachau)